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Publicada em 08/08/2025 às 17:00 | Atualizada em 08/08/2025 às 17:42

Parceria com Zeca Pagodinho, Sombrinha e grandes composições... Relembre os grandes sucessos de Arlindo Cruz

O ESTRELANDO ainda te conta um pouco da trajetória desse gênio do samba que morreu aos 66 anos de idade, nesta sexta-feira, dia 8

Divulgação

Nesta sexta-feira, dia 8, o Brasil se despede de Arlindo Cruz, aos 66 anos de idade. Para amenizar a saudade e homenagear esse símbolo da música popular brasileira, o ESTRELANDO reuniu os maiores sucessos compostos ou interpretados por ele, especialmente as parcerias que marcaram sua trajetória com nomes como Zeca Pagodinho e Sombrinha. Mas antes que tal relembrarmos um pouco da história do artista? 

Você sabia que Arlindo Cruz ganhou do pai, o primeiro cavaquinho aos sete anos de idade? Pois é! Aos 12 anos idade, ele começou a aprender violão e aos 14 anos de idade, já estava tocando profissionalmente em rodas de samba de sambistas como Candeia. Quando tinha 15 anos de idade, foi estudar em Minas Gerais, na escola preparatória de cadetes em Barbacena. 

E não pense que ele abandonou a música. Arlindo continuou cantando no coral de escola e participou de festivais de música, dos quais, venceu alguns deles ainda em Barbacena e Poços de caldas. Com isso, o sambista deixou a aeronáutica e voltou para o Rio de Janeiro, onde frequentou rodas de samba de Cacique de Ramos com Jorge Aragão, Beth Carvalho, Almir Guineto e Zeca Pagodinho.

Após Jorge Aragão deixar o grupo Fundo de Quintal, Arlindo foi convidado a entrar. Ao lado de Sombrinha, compôs vários sucessos como O Show Tem Que Continuar, Ainda É Tempo de Ser Feliz, Desalinho, Só Pra Contrariar, entre outras. Impossível não começar a cantar só de ler o nome das canções, não é? 

Ouça O Show Tem Que Continuar: 


Ao seguir carreira solo, ele compôs músicas como O Bem, Meu Lugar, Meu Nome É Favela, Bagaço da Laranja. Mais uma seleção de hits que é difícil não começar a cantar o refrão. 

Ouça Meu Nome É Favela: 



A transformação do samba no Rio de Janeiro deve muito ao bloco carnavalesco Cacique de Ramos e à figura emblemática da madrinha Beth Carvalho, considerada por muitos músicos da nova geração como uma grande inspiração. Foi ela quem, em 1981, lançou ao público o talento de Zeca Pagodinho, ao convidá-lo para participar de seu álbum com a música Camarão Que Dorme a Onda Leva. 

Essa canção é fruto da colaboração entre Zeca, Arlindo Cruz e o lendário Beto Sem Braço. O título é uma expressão popular que alerta para a importância de estar atento e agir com sabedoria no cotidiano. Gênios! Ouça abaixo: 


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Parceria com Zeca Pagodinho, Sombrinha e grandes composições... Relembre os grandes sucessos de Arlindo Cruz

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16/Mai/

Nesta sexta-feira, dia 8, o Brasil se despede de Arlindo Cruz, aos 66 anos de idade. Para amenizar a saudade e homenagear esse símbolo da música popular brasileira, o ESTRELANDO reuniu os maiores sucessos compostos ou interpretados por ele, especialmente as parcerias que marcaram sua trajetória com nomes como Zeca Pagodinho e Sombrinha. Mas antes que tal relembrarmos um pouco da história do artista? 

Você sabia que Arlindo Cruz ganhou do pai, o primeiro cavaquinho aos sete anos de idade? Pois é! Aos 12 anos idade, ele começou a aprender violão e aos 14 anos de idade, já estava tocando profissionalmente em rodas de samba de sambistas como Candeia. Quando tinha 15 anos de idade, foi estudar em Minas Gerais, na escola preparatória de cadetes em Barbacena. 

E não pense que ele abandonou a música. Arlindo continuou cantando no coral de escola e participou de festivais de música, dos quais, venceu alguns deles ainda em Barbacena e Poços de caldas. Com isso, o sambista deixou a aeronáutica e voltou para o Rio de Janeiro, onde frequentou rodas de samba de Cacique de Ramos com Jorge Aragão, Beth Carvalho, Almir Guineto e Zeca Pagodinho.

Após Jorge Aragão deixar o grupo Fundo de Quintal, Arlindo foi convidado a entrar. Ao lado de Sombrinha, compôs vários sucessos como O Show Tem Que Continuar, Ainda É Tempo de Ser Feliz, Desalinho, Só Pra Contrariar, entre outras. Impossível não começar a cantar só de ler o nome das canções, não é? 

Ouça O Show Tem Que Continuar: 


Ao seguir carreira solo, ele compôs músicas como O Bem, Meu Lugar, Meu Nome É Favela, Bagaço da Laranja. Mais uma seleção de hits que é difícil não começar a cantar o refrão. 

Ouça Meu Nome É Favela: 



A transformação do samba no Rio de Janeiro deve muito ao bloco carnavalesco Cacique de Ramos e à figura emblemática da madrinha Beth Carvalho, considerada por muitos músicos da nova geração como uma grande inspiração. Foi ela quem, em 1981, lançou ao público o talento de Zeca Pagodinho, ao convidá-lo para participar de seu álbum com a música Camarão Que Dorme a Onda Leva. 

Essa canção é fruto da colaboração entre Zeca, Arlindo Cruz e o lendário Beto Sem Braço. O título é uma expressão popular que alerta para a importância de estar atento e agir com sabedoria no cotidiano. Gênios! Ouça abaixo: