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Publicada em 07/06/2026 às 17:41 | Atualizada em 07/06/2026 às 17:41

Angélica abre o coração sobre crescer diante os holofotes: A exposição sempre esteve presente

A apresentadora falou sobre identidade e escolhas pessoais ao longo da vida

Da Redação

Divulgação

Angélica usou as redes sociais para fazer uma reflexão sobre sua trajetória na televisão e a forma como lida com a fama após décadas de exposição pública. A apresentadora comentou o tema depois de participar do podcast Cá Entre Nós, apresentado por Fátima Bernardes e Bia Bonemer.

Na ocasião, a artista relembrou que sua relação com o público começou ainda na infância e que, por isso, nunca viveu uma realidade distante dos holofotes. Ela destacou que cresceu sendo acompanhada pelo público e construindo sua identidade pessoal e profissional ao mesmo tempo em que se tornava conhecida nacionalmente.

Eu trabalho desde os 4 anos. Cresci diante das câmeras, fui me descobrindo enquanto as pessoas também me descobriam. A exposição nunca foi algo que aconteceu depois, ela sempre esteve presente. Faz parte da minha história, começou em seu texto. 

Angélica também relembrou o início da carreira, quando ganhou destaque ainda criança ao vencer um concurso televisivo que marcou o início de sua projeção no entretenimento. Segundo ela, essa trajetória fez com que a exposição se tornasse parte natural de sua história.

Por isso, talvez eu nem saiba como seria viver uma vida sem reconhecimento. Mas o tempo me ensinou que existe uma diferença grande entre ser conhecida e ser verdadeiramente vista. A imagem que as pessoas têm da gente é só um recorte. 

Ao refletir sobre o tema, a apresentadora afirmou que, com o tempo, passou a compreender a diferença entre ser amplamente conhecida e, de fato, ser compreendida em sua essência. Para ela, a imagem pública representa apenas uma parte do que cada pessoa é.

Com os anos, fui entendendo que o mais importante não é quantas pessoas sabem quem você é, mas quantas sabem quem você realmente é. E, principalmente, o quanto você sabe.

A artista destacou ainda que a percepção do público nem sempre traduz a totalidade de sua identidade e que, ao longo dos anos, passou a valorizar mais o autoconhecimento do que a construção de uma imagem externa. 

Hoje, me preocupo menos com a forma como sou percebida e mais com a forma como escolho viver. 

Angélica afirmou que atualmente direciona sua atenção para aspectos mais íntimos de sua vida, como família, relações pessoais e valores, deixando em segundo plano a preocupação com a forma como é vista pelo público. 

Porque no fim, o que sustenta a vida não é o reconhecimento. São os afetos, os encontros, a família, os valores e tudo aquilo que permanece quando a imagem fica em segundo plano.

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Angélica abre o coração sobre crescer diante os holofotes: <i>A exposição sempre esteve presente</i>

Angélica abre o coração sobre crescer diante os holofotes: A exposição sempre esteve presente

10/Jun/

Angélica usou as redes sociais para fazer uma reflexão sobre sua trajetória na televisão e a forma como lida com a fama após décadas de exposição pública. A apresentadora comentou o tema depois de participar do podcast Cá Entre Nós, apresentado por Fátima Bernardes e Bia Bonemer.

Na ocasião, a artista relembrou que sua relação com o público começou ainda na infância e que, por isso, nunca viveu uma realidade distante dos holofotes. Ela destacou que cresceu sendo acompanhada pelo público e construindo sua identidade pessoal e profissional ao mesmo tempo em que se tornava conhecida nacionalmente.

Eu trabalho desde os 4 anos. Cresci diante das câmeras, fui me descobrindo enquanto as pessoas também me descobriam. A exposição nunca foi algo que aconteceu depois, ela sempre esteve presente. Faz parte da minha história, começou em seu texto. 

Angélica também relembrou o início da carreira, quando ganhou destaque ainda criança ao vencer um concurso televisivo que marcou o início de sua projeção no entretenimento. Segundo ela, essa trajetória fez com que a exposição se tornasse parte natural de sua história.

Por isso, talvez eu nem saiba como seria viver uma vida sem reconhecimento. Mas o tempo me ensinou que existe uma diferença grande entre ser conhecida e ser verdadeiramente vista. A imagem que as pessoas têm da gente é só um recorte. 

Ao refletir sobre o tema, a apresentadora afirmou que, com o tempo, passou a compreender a diferença entre ser amplamente conhecida e, de fato, ser compreendida em sua essência. Para ela, a imagem pública representa apenas uma parte do que cada pessoa é.

Com os anos, fui entendendo que o mais importante não é quantas pessoas sabem quem você é, mas quantas sabem quem você realmente é. E, principalmente, o quanto você sabe.

A artista destacou ainda que a percepção do público nem sempre traduz a totalidade de sua identidade e que, ao longo dos anos, passou a valorizar mais o autoconhecimento do que a construção de uma imagem externa. 

Hoje, me preocupo menos com a forma como sou percebida e mais com a forma como escolho viver. 

Angélica afirmou que atualmente direciona sua atenção para aspectos mais íntimos de sua vida, como família, relações pessoais e valores, deixando em segundo plano a preocupação com a forma como é vista pelo público. 

Porque no fim, o que sustenta a vida não é o reconhecimento. São os afetos, os encontros, a família, os valores e tudo aquilo que permanece quando a imagem fica em segundo plano.