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Publicada em 19/03/2019 às 17:34 | Atualizada em 24/05/2020 às 17:06

Ex-segurança de Michael Jackson insiste que cantor era heterossexual: - Nós conversávamos sobre mulheres

Bill Whitfield defendeu o cantor das acusações do documentário Leaving Neverland

Da Redação

Reuters

Bill Whitfield, ex-segurança de Michael Jackson, defendeu o cantor das acusações de abuso sexual e pedofilia do documentário Leaving Neverland, que tem gerado a maior polêmica na mídia. Em entrevista ao podcast Hidden Truth Show with Jim BresloWhitfield assegurou que o Rei do Pop era heterossexual - e que sabia disso porque os dois costumavam conversar sobre mulheres. 

- Definitivamente mulheres. Nós falávamos sobre mulheres. Nós fazíamos longas viagens, e se estávamos no trânsito ou dirigindo por algumas horas, nós conversávamos. Citávamos as mulheres que ele achava atraente. Uma vez nós estávamos em Washington e ele disse algo como 'Nossa, ela é linda', e quando eu olhei tinha uma mulher parada no canto, tentando atravessar a rua. Eu perguntei se ele queria conhecê-la, ele ficou tímido e disse 'Não, não, não'. Mas eu acabei vendo a direção que a mulher estava indo, dirigi até lá, sem ele saber, estacionei e me apresentei à mulher: 'Desculpe te incomodar, mas estou fazendo um trabalho de segurança para uma celebridade e ele adoraria te conhecer'. E ela acabou dizendo 'O que, por acaso é o Michael Jackson?' Então eles conversaram por um tempinho, sei que eles se falaram depois, mas até onde eu sei, não se encontraram. Mas tivemos conversas o suficiente para eu saber que ele gosta de mulheres. 

O apresentador do podcast questionou a história de Whitfield, que reafirmou ter certeza da sexualidade de Michael. 

- Eu sei que ele passava tempo com mulheres, duas mulheres específicas. O que eles faziam? Não é da minha responsabilidade dizer. Mas ele não levava mulheres para sua casa, onde seus filhos estavam.

O segurança, que escreveu o livro Remember the Time: Protecting Michael Jackson in his Final Days, ainda falou sobre a experiência de ter ficado próximo do artista.

- Eu queria compartilhar a minha história. Algumas pessoas já me disseram que não acreditam em mim, e eu respondo que tudo bem. Elas não precisam. Se eu digo às pessoas que eu conhecia Michael Jackson, e que ele não era o tipo de cara que abusaria de crianças, e as pessoas não acreditam nisso, eu digo que tudo bem. Não estou tentando provar nada.

Whitfield ainda afirmou que Wade Robson e James Safechuck, que fizeram as acusações no documentário da HBO, são mentirosos.

- Eles estão mentindo. Os documentos são falsos, as fotos são falsas. O que mais eles têm? 

Assista à entrevista do segurança abaixo, em inglês:



E no hall das polêmicas ainda está o processo que a família Jackson abriu contra a empresa AEG. Eles acusam a companhia de ter sido negligente com a saúde do astro e, sendo assim, também responsável pela morte do cantor. A AEG foi responsável pela produção da turnê This is It, que Michael começaria em Londres.

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