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Publicada em 27/06/2019 às 10:21 | Atualizada em 27/06/2019 às 10:24

Luisa Sonza se emociona ao falar sobre depressão de Whindersson Nunes: - Eu já vinha sentindo há quase um ano

A cantora marcou presença no programa Encontro com Fátima Bernardes desta quinta-feira, dia 27

Da Redação

Divulgação

Luisa Sonza não esconde se preocupar muito com as pessoas ao seu redor e, nesta quinta-feira, dia 27, resolveu falar sobre a depressão do marido, Whindersson Nunes. A cantora marcou presença no programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo, e se emocionou ao relembrar o momento em que percebeu que o amado não estava bem

- Eu já vinha sentindo há quase um ano. Falava: Amor, vamos fazer terapia. Mas ele parava, claramente um dos sintomas da depressão, que é aquela dificuldade de se ajudar, negar para você mesmo que você está passando por isso. Então, quando ele viu como estava, no fundo, foi um alívio, porque eu vi que ele tinha visto o que estava acontecendo. Agora está muito melhor, muito bem e pode se ajudar e entender que, de fato, isso é uma doença e não é brincadeira.

Em suas redes sociais, Whindersson dividiu com seus seguidores a respeito de sua saúde mental e ressalta a importância da presença de Luisa em sua vida. Sobre esse apoio, a cantora se emocionou ao afirmar que está longe de ser uma obrigação:

- Quando é uma pessoa importante para você, você faz de tudo para ajudar e não é um trabalho, dificuldade ou responsabilidade. Eu acho que é o mínimo como ser humano, independente dele ser meu marido, é um ser humano, e seu eu puder vou ajudar. Então, óbvio que a gente tem uma responsabilidade,  mas como ser humano e com qualquer pessoa que a gente conheça e esteja passando por isso e talvez nem imagina. Então de ser humano para ser humano, ficarmos atento independente de quem seja, finalizou.

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James Corden deu uma entrevista, em 2016, para a revista Rolling Stone e falou sobre como lidava com o bullying na escola: - Se você é uma pessoa grande na escola, tem duas escolhas: Você será um alvo. No meu caso, indo para a escola, eu pensava: Certo, então eu só vou me tornar um alvo ainda maior. Minha confiança, ela vai aterrorizar os meninos. Era assim que eu me sentia na escola. Ele também criticou a representação de pessoas gordas em Hollywood: - Eu nunca entendo quando assisto comédias românticas. Essa ideia de que, por alguma razão, pessoas não atraentes ou gordas não se apaixonam. Se isso acontece, é de um jeito meio estranho - e não é assim. Disse tudo, né?

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