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Publicada em 01/12/2020 às 01:00 | Atualizada em 23/12/2020 às 17:13

Isabel Fillardis conta como foi narrar seu primeiro audiobook e fala sobre próximos projetos

A atriz, cantora e apresentadora usou de vários talentos para dar voz ao audiobook Deixe a Peteca Cair

Mel Pinheiro

Divulgação

Além de atriz, cantora e apresentadora, Isabel Fillardis acaba de colocar mais uma função em sua extensa lista de talentos: a de narradora de audiobooks. Ela deu voz para a versão em português de Deixe a Peteca Cair, da escritora Tiffany Dufu. O audiobook está disponível na Ubook, maior plataforma de audiotainment da América Latina. Em entrevista exclusiva para o ESTRELANDO, Isabel falou sobre a experiência:

- Esse é o meu primeiro audiobook, é uma experiência nova, mas de extremo prazer. É muito prazeroso poder narrar um livro. Eu pelo menos narro muito para o meu filho, então poder narrar um livro, ler um livro para não sei quantas pessoas...é maravilhoso poder pensar nisso, é uma nova forma de arte, vamos dizer assim. Eu precisei usar um pouco dos meus atributos como atriz, como apresentadora, como cantora, porque a narração precisa ser com uma voz agradável, nós somos aprovados pela voz, pelo timbre, pela personalidade da voz. É preciso dar a entonação para que a leitura seja agradável de ouvir.

Deixe a Peteca Cair é um livro que aborda os desafios que as mulheres enfrentam para encontrar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, em que a escritora conta que, depois de dar à luz seu primeiro filho e perceber que não conseguia encontrar tal equilíbrio, aprendeu a abrir mão de controlar tudo e delegar parte das tarefas ligadas ao cuidado dos filhos e da casa ao marido. Além de ter ficado feliz em descobrir que se tratava de uma autora negra, Fillardis contou outras semelhanças entre a obra e sua vida:

- Já virou um livro de cabeceira, como se fosse um manual, uma bússola. Porque a história de Tiffany esbarra com a minha em vários momentos da minha vida, quando eu estava casada. Até hoje na verdade, em várias circunstâncias. Há pontos entre as mulheres quando elas querem ser mães e trabalhar fora, que eles são iguais, os sentimentos são os mesmos, muda uma circunstância ou outra, mas as dúvidas e as angústias são as mesmas. Então, houve vários momentos em que eu me emocionei, que eu chorei, momentos de sinergia, muito atuais. Respostas como se o livro estivesse conversando comigo, e eu acredito que vai conversar com muitas mulheres, mas muitos homens também. Acho que é um livro que o casal precisa ler.

Em um de seus próximos projetos, Isabel irá interpretar uma personagem real nos cinemas. Em O Faixa Preta, que conta a história real do lutador de jiu-jitsu Fernando Tererê, ela viverá Tia Lena, a mãe do protagonista, e falou sobre esse trabalho:

- Uma pessoa real não é fácil fazer, mas estou no processo de preparação para a personagem. Estou no processo não só de criar, mas quase de reviver uma pessoa que está do meu lado, que está próxima, e que tem uma carga emocional muito forte. Então eu acho que as pessoas vão se impactar com esse filme, acredito que será surpreendente para todo mundo.

E depois de fazer tantas coisas diferentes em sua carreira, será que Isabel Fillardis ainda tem sonhos a realizar? Ela responde:

- Eu tenho alguns sonhos, mas, eu diria que hoje eu quero revisitar e reviver todos esses. Como atriz, como cantora, como apresentadora, eu estou em uma fase cheia de munições e ingredientes, e vivências, aprendizados, que eu quero dividir através do meu trabalho. Quero compartilhar, servir, porque tudo aquilo que a gente aprende, a gente compartilha, a gente tá contribuindo. Através das minhas músicas, porque eu sou compositora, através das minhas lives, através do meu Diário de Bordo, onde eu falo do universo do que é ser mãe, o que é ser mulher. Seja através da dramaturgia, com personagens fortes e marcantes, que possam modificar, e ajudar as pessoas a olharem a vida sob outro prisma. Esses são os meus sonhos. Tem outros menores, mais secretos, que eu guardo pra mim. Fica entre eu e Deus (risos).


Apesar das críticas, Ashton Kutcher representou bem o fundador da Apple Steve Jobs no filme Jobs, embora tenha sido o trabalho de Michael Fassbender que tenha rendido uma indicação ao Oscar de Melhor Ator em 2016.
  • Divulgação -
    @felipesimas

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Isabel Fillardis conta como foi narrar seu primeiro <i>audiobook</i> e fala sobre próximos projetos

Isabel Fillardis conta como foi narrar seu primeiro audiobook e fala sobre próximos projetos

A atriz, cantora e apresentadora usou de vários talentos para dar voz ao audiobook Deixe a Peteca Cair

01/Dez/2020

Mel Pinheiro

Além de atriz, cantora e apresentadora, Isabel Fillardis acaba de colocar mais uma função em sua extensa lista de talentos: a de narradora de audiobooks. Ela deu voz para a versão em português de Deixe a Peteca Cair, da escritora Tiffany Dufu. O audiobook está disponível na Ubook, maior plataforma de audiotainment da América Latina. Em entrevista exclusiva para o ESTRELANDO, Isabel falou sobre a experiência:

- Esse é o meu primeiro audiobook, é uma experiência nova, mas de extremo prazer. É muito prazeroso poder narrar um livro. Eu pelo menos narro muito para o meu filho, então poder narrar um livro, ler um livro para não sei quantas pessoas...é maravilhoso poder pensar nisso, é uma nova forma de arte, vamos dizer assim. Eu precisei usar um pouco dos meus atributos como atriz, como apresentadora, como cantora, porque a narração precisa ser com uma voz agradável, nós somos aprovados pela voz, pelo timbre, pela personalidade da voz. É preciso dar a entonação para que a leitura seja agradável de ouvir.

Deixe a Peteca Cair é um livro que aborda os desafios que as mulheres enfrentam para encontrar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, em que a escritora conta que, depois de dar à luz seu primeiro filho e perceber que não conseguia encontrar tal equilíbrio, aprendeu a abrir mão de controlar tudo e delegar parte das tarefas ligadas ao cuidado dos filhos e da casa ao marido. Além de ter ficado feliz em descobrir que se tratava de uma autora negra, Fillardis contou outras semelhanças entre a obra e sua vida:

- Já virou um livro de cabeceira, como se fosse um manual, uma bússola. Porque a história de Tiffany esbarra com a minha em vários momentos da minha vida, quando eu estava casada. Até hoje na verdade, em várias circunstâncias. Há pontos entre as mulheres quando elas querem ser mães e trabalhar fora, que eles são iguais, os sentimentos são os mesmos, muda uma circunstância ou outra, mas as dúvidas e as angústias são as mesmas. Então, houve vários momentos em que eu me emocionei, que eu chorei, momentos de sinergia, muito atuais. Respostas como se o livro estivesse conversando comigo, e eu acredito que vai conversar com muitas mulheres, mas muitos homens também. Acho que é um livro que o casal precisa ler.

Em um de seus próximos projetos, Isabel irá interpretar uma personagem real nos cinemas. Em O Faixa Preta, que conta a história real do lutador de jiu-jitsu Fernando Tererê, ela viverá Tia Lena, a mãe do protagonista, e falou sobre esse trabalho:

- Uma pessoa real não é fácil fazer, mas estou no processo de preparação para a personagem. Estou no processo não só de criar, mas quase de reviver uma pessoa que está do meu lado, que está próxima, e que tem uma carga emocional muito forte. Então eu acho que as pessoas vão se impactar com esse filme, acredito que será surpreendente para todo mundo.

E depois de fazer tantas coisas diferentes em sua carreira, será que Isabel Fillardis ainda tem sonhos a realizar? Ela responde:

- Eu tenho alguns sonhos, mas, eu diria que hoje eu quero revisitar e reviver todos esses. Como atriz, como cantora, como apresentadora, eu estou em uma fase cheia de munições e ingredientes, e vivências, aprendizados, que eu quero dividir através do meu trabalho. Quero compartilhar, servir, porque tudo aquilo que a gente aprende, a gente compartilha, a gente tá contribuindo. Através das minhas músicas, porque eu sou compositora, através das minhas lives, através do meu Diário de Bordo, onde eu falo do universo do que é ser mãe, o que é ser mulher. Seja através da dramaturgia, com personagens fortes e marcantes, que possam modificar, e ajudar as pessoas a olharem a vida sob outro prisma. Esses são os meus sonhos. Tem outros menores, mais secretos, que eu guardo pra mim. Fica entre eu e Deus (risos).