Erick Jacquin comenta relação com ex-participantes do Pesadelo na Cozinha
23/Mai/
O chef francês Erick Jacquin é conhecido pelo seu temperamento forte na frente das câmeras durante o programa Pesadelo na Cozinha. Mas, fora da pressão da atração, o apresentador construiu laços que vão além dos períodos de gravação das temporadas, mantendo contato com alguns dos participantes que já passaram pelo programa.
Durante coletiva de imprensa da nova temporada do reality show, o chef foi questionado se alguns dos ex-participantes vão visitá-lo, sendo que, para muitos deles, o chef se tornou uma espécie de mentor, ou até amigo próximo.
- Tem restaurante que eu voltei. Tem restaurante que não. Tem dono de restaurante que vem me ver, que vem comer no meu restaurante. Me acompanha.
Um dos exemplos? O dono do famoso Pé de Fava, Fábio Lima. Sim, aquele mesmo que desligava o freezer durante a noite e ficou bastante conhecido após participar da segunda temporada, gerando memes e muita visibilidade para o programa com a reação de Jacquin e a famosa frase vergonha da profissão.
- Esse cara… Um dia chegou no restaurante, ele estava sentado com uma câmera em frente dele, uma câmera mesmo em frente dele. Ele falava: Eu estou aqui no restaurante do Jacquin para ver se tem freezer, e como está a geladeira. Eu falei assim: Mas de novo, cara? O que você está fazendo aqui? Mas, vem comigo, vem visitar o meu restaurante.
E não parou por aí! Prestes a estrear a nova temporada do programa, Erick ainda comenta a possibilidade de existir uma temporada especial, revisitando alguns dos restaurantes que já passaram pela atração.
- Em breve eu acho que a gente vai fazer um negócio que eu vou visitar as pessoas. Eu acho que, por exemplo, o Mamma Júlia, ele mudou de lugar. O restaurante é limpo, maravilhoso. A mulher está na cozinha. Ele está no salão. Ele lota o restaurante. Então, tudo é possível. É questão de querer.
O chef também destaca como a relação com alguns desses ex-participantes impacta sua vida e de sua equipe, como a do seu Antônio, dono de um dos restaurantes que participaram das gravações antes da pandemia e chegou a falecer antes do programa ir ao ar.
- Tem outro exemplo, também, de um restaurante que, infelizmente… o Ça-Va, que estava na Avenida Paulista. O seu Antônio faleceu antes de ver o programa. Isso, para mim, foi muito triste. Muito, muito triste. Marcou muito, me marcou muito. Marcou a equipe. Foi um senhor maravilhoso. E eu comprei esse restaurante na pandemia.
Jacquin ainda diz o quanto sente que o programa ajuda realmente as pessoas, e o seu impacto na vida de todos que já passaram pelas quatro temporadas, uma vez que a relevância do programa ajuda os donos dos restaurantes a terem retorno e darem a volta por cima.
- Hoje, os restaurantes começam a trabalhar no dia seguinte que a gente terminou a gravação. Porque as pessoas já sabem, já vão lá. É impressionante. É muito, muito chamativo para as pessoas.
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