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Publicada em 04/12/2020 às 20:18 | Atualizada em 04/12/2020 às 20:18

Claudia Raia diz que sua vilã em Salve Jorge inspirou lei brasileira sobre tráfico de pessoas

A atriz, junto com Mariana Ximenes e Alexandre Nero, relembraram seus vilões de novelas inesquecíveis na CCXP

Mel Pinheiro

Divulgação-TV Globo

Nazaré Tedesco, Flora, Carminha, Odete Roitman, Felix...são muitos as vilãs e vilões de novela que fazem parte do imaginário popular brasileiro. Durante painel da CCXP Worlds, evento online de cultura pop, Claudia Raia, Mariana Ximenes e Alexandre Nero falaram sobre o tema, relembrando papéis icônicos que eles tiveram como os malvados dos folhetins.

Na primeira pergunta, Claudia e Mariana responderam que preferem viver vilãs do que mocinhas:

- As vilãs são as donas da ação, quem organiza tudo, quem pensa. Por isso é tão bom fazer vilão. - disse Claudia e a colega emendou: - As vilãs têm as questões morais, têm a licença de subverter as lógicas, traz pimenta para a trama!

Alexandre então brincou:

- Eu gosto de fazer mocinho porque já sou vilão na vida real. Brincadeira! Mas é isso, entramos no imaginário popular, o vilão pode fazer qualquer coisa.

Claudia, que tem uma grande gama de vilãs em sua carreira, disse que adoraria interpretar Cruella, vilã da Disney, e respondeu qual é a sua favorita das quais fez em novelas:

- Bom, acho que a primeira a gente nunca esquece né, que foi a Ângela Vidal em Torre de Babel. Ela tem uma história de vida muito dura, se formou uma psicopata fria. Era psicopata da pior espécie, que matava e comia morango.

Outra vilã que marcou a televisão foi Lívia Marine, de Salve Jorge. Sobre ela, Claudia contou a importância de interpretar a traficante de pessoas na trama de Gloria Perez, exibida em 2013:

- Lívia Marine foi inspirada em uma pessoa real, que também matava a seringadas. A repercussão inspirou uma lei de tráfico de pessoas por causa da novela, que antes não existia no Brasil. Então foi muito importante.

A seguir, veja os vilões mais marcantes que também amamos odiar:


Em Um Estranho no Ninho, a enfermeira Mildred Ratched mostrou a sua tirania em uma instituição para criminosos com problemas mentais. Conhecemos suas maldades quando R.P. McMurphy, personagem de Jack Nicholson, chega à instituição. Ela era tão malvada que induziu um paciente a cometer suicídio - e não se importou com isso nem um pouco.

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